Autores: Edson Yamazaki e Michael Rodrigues
O covarde bombardeio atômico de Hiroshima no dia 6 de agosto de 1945 foi um ato de terrorismo de Estado executado pelo imperialismo yankee, uma carnificina premeditada que exterminou trabalhadores, mulheres e crianças para consolidar a dominação burguesa sobre os povos do mundo.
Os EUA não hesitaram em carbonizar e matar ou deixar sequelas para o resto da vida em milhares de civis proletários japoneses, provando que o capitalismo é um sistema genocida, disposto a qualquer crime para manter seu poder.
A bomba não acabou com a guerra, já ganha pela União Soviética, mas foi um aviso ao proletariado internacional: a burguesia norte-americana não recuará diante de nenhuma atrocidade para esmagar a revolução!
Espanta ainda a falta de empatia e até mesmo o sadismo com o qual os Estados Unidos e seus presidentes nunca pediram sequer desculpas pelo maior massacre terrorista perpetrado contra japoneses inocentes e não envolvidos com a guerra. Enquanto isso, por outro lado, os submissos primeiros-ministros japoneses e outros lacaios do jugo capitalista pedem desculpas anualmente aos EUA ao mesmo tempo em que negam crimes de guerra cometidos pelo Japão contra a Coréia e a China, como estupros e genocídios em massa durante a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, e mesmo antes.

Hiroshima não foi um “erro trágico”, mas a essência podre do imperialismo, que transforma a ciência em arma de destruição em massa contra os oprimidos ao invés de aproveitar o potencial da energia atômica para construir um mundo mais justo e com segurança energética.
Enquanto os monopólios lucram com a guerra, o sangue dos inocentes rega o solo da exploração capitalista, assim como vemos em todas sujas intervenções do complexo militar-industrial estadunidense.
Nem perdão, nem esquecimento, só a revolução socialista pode varrer da face da Terra a ameaça de uma catástrofe nuclear causada pelo capital! Somente o socialismo pode levar o uso pacífico da energia nuclear!

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